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Moda
Moda 05/07/2013 | 13h42
Modelo Catiane Oliveira no L’Attualità impresso deste sábado (6)
São-marquense Catiane Oliveira, modelo internacional, 25 anos, está no Chile
Foto: arquivo pessoal
Edição impressa traz entrevista exclusiva com a jovem são-marquense que deu salto alto na passarela, de infância humilde no morro do Calvário para bem sucedida carreira internacional como modelo. Catiane está em São Marcos desde o último dia 2 de julho, para aniversário de um ano do sobrinho Ramon

A modelo são-marquense Catiane Oliveira, 25 anos, está em São Marcos desde a última terça-feira, dia 2 de julho. Veio do Chile, onde está residindo, para comemorar com a família, a mãe Ana Paula Ribeiro e os quatro irmãos: Miriam (16), Willian (17), Emael (21) e Junior (23), o aniversário de primeiro ano do sobrinho Ramon, neste sábado (6). De infância humilde vivida no “morro do Calvário” em São Marcos para a vida de modelo internacional de sucesso. Desfiles de moda, capa de revistas, comerciais de televisão, na Ásia e na América Latina. Na reportagem da edição impressa deste sábado, dia 6 de julho, o L’Attualità conta a história deste conto de fadas moderno, o início como modelo, as dificuldades e desafios enfrentados por Catiane, que aos 13 anos viajou sozinha a São Paulo levada por um caça talentos. O início da carreira internacional em Paris e a escala de trabalhos da modelo em Hong Kong, México, Nova Iorque, Milão, Chile. Detalhes sobre o namoro com o modelo argentino Edgardo Oliva e os planos de Catiane para o futuro projetados no Chile, para onde retorna na próxima quinta-feira, dia 11 de julho.


Catiane participou da produção  do comercial da grife chilena Falabella Hot

Um metro e 78 de altura, Catiane Oliveira completa 26 anos no próximo mês de setembro. Em 2013, ela e o namorado, o modelo Edgardo Oliva, trabalham para a Elite, agência de modelos reconhecida mundialmente. “Quero tirar o máximo de proveito de trabalhar como modelo, porque ainda estou em condições, ainda estou bem fisicamente, se conseguir chegar assim até os 37 anos dá para trabalhar. Quando se tem mais cara de mulher a tendência é fazer mais comercial para televisão, mas no meu caso continuo fazendo ainda muita passarela”, revela a modelo. A entrevista completa com Catiane Oliveira você confere no L’Attualità impresso deste sábado, 6 de julho.
 

Catiane e o namorado Edgardo em comercial do plano de saúde Mas Vida
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NEWBORN DE ANA CAROLINA. A caxiense Ana Carolina, com apenas 8 dias de vida, foi a modelo Newborn na Mundo Novo Fotografia, de São Marcos. Assista ao making of do ensaio
 
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Vitória parcial

No último dia 25 de novembro, o Congresso manteve o veto da presidente Dilma Rousseff ao projeto de minha autoria (3312/2012) que acabava com o emplacamento, o licenciamento e a cobrança de IPVA para maquinários agrícolas.

Pressionado na última semana pelas paralisações de agricultores em todo o Brasil e, em especial no Rio Grande, onde quinze rodovias foram fechadas, o governo prorrogou o começo do emplacamento para janeiro de 2016, ou seja, um ano a mais de prazo. A medida, embora seja uma vitória, é parcial, porque não resolve o problema, apenas retarda.

A fúria arrecadatória do governo federal para cobrir seus gastos excessivos não tem limites. Como o governo pode contribuir para o setor rural emplacando colheitadeiras, tratores e tobatas com se fossem carros de passeio? 

Ninguém usa uma colheitadeira para passear com a esposa no final de semana ou para levar a namorada para tomar um sorvete na praça da cidade.

Consigo antever as filas de colheitadeiras e tratores no centro das cidades para fazer a vistoria e colocar as placas. Ou pior, prevejo uma nova instituição, o aluguel de máquinas emplacadas.

Os veículos agrícolas são ferramentas de trabalho, enxadas com motor, usadas exclusivamente para a produção de alimentos. Eles permanecem 98% do tempo dentro das propriedades e quando saem é apenas para se deslocar entre uma propriedade e outra, para fazer a revisão no mecânico ou para o abastecimento.

A placa em si não diminui o tamanho e nem a velocidade das máquinas, ou seja, não coíbe acidentes. Também não auxilia em caso de roubo, já que a primeira coisa que o criminoso faz é retirar ou trocar a placa, podendo o veículo ser recuperado apenas pelo número do chassi.

Insistir em onerar o setor rural, mesmo que daqui a um ano, além de descabido é preconceituoso. Por isso, vamos continuar a batalha e só parar quando tivermos certeza que o produtor estará protegido para produzir o alimento que colocamos em nossas mesas.
Enviado por:
Alceu Moreira, deputado federal (PMDB/RS)
16 de dezembro - 16:18
Permitam-se expressar meu sentimento no que diz respeito para com a qualidade do ano que estamos findando.

Com inúmeros eventos, o fracasso da Copa com seus absurdos resultados financeiros e prejudiciais ao desenvolvimento de nosso país. As eleições e seus desajustes, eleger-se a qualquer preço e sem medir consequências.

Uma política voltada em sua quase totalidade para com resultados eleitoreiros, uma balança de pagamentos em desproporcionalidade com déficits sendo superados a todos os momentos.

A geração de empregos somente será possível através do crescimento do setor primário e da indústria, nunca através de importações. A valorização e a assistência a indústria nacional se faz necessária e urgente. O setor educacional de mal a pior. Uma saúde doente. Precisamos mudar, novas alternativas.

O que sentimos e o que vivemos no meio industrial neste ano é que estamos totalmente desamparados, no entanto, ainda acreditamos no futuro, fez-se investimentos aguardando uma retomada e um novo rumo, acreditamos no BRASIL.

Há muito tempo não sentíamos uma crise tão profunda e desesperançosa. Que os rombos efetuados no setor público sirvam de alerta para que seja pensado no coletivo e nunca no individual ou grupal.

SER FELIZ é o desejo de todos, mas sejamos corretos, a FELICIDADE tem que ser para todos.
Enviado por:
Edejaime Cioatto, empresário e ex-prefeito de São Marcos
12 de dezembro - 17:36
Foi com muita tristeza que observando os fatos importantes do dia pude constatar a sanção e publicação da Lei nº 13.044 do dia 19 de novembro de 2014 que brinda a cidade de ITABAIANA/SE intitulando-a CAPITAL NACIONAL DO CAMINHÃO.
De há mais de meio século a cidade de São Marcos, querida terra natal, deu-se como referência nacional todo e qualquer adjetivo referindo-se ao caminhão e ao motorista. Somos tragados pelo nordeste, sem demérito a qualquer que seja, o importante é que por incompetência de todos nós e de nossos representantes da esfera federal deixaram escapar por mero descuido o título que honrosamente nos cabia.
Agora resta-nos respeitar e quem sabe ostentar o título de vice, é o que merecemos.
Assim, não dá para ser FELIZ.
Enviado por:
Edejaime Cioatto, empresário e ex-prefeito de São Marcos
20 de novembro - 15:26
O muro das lamentações parece que instalou-se em nossa cidade, igual teor no Estado e também em Brasília.

Todo ordenador de despesas sabe, ainda antes de assumir, que não vai encontrar um mar de rosas, mas que, quando tomar conta da responsabilidade a que foi eleito, encontrará uma fábrica de problemas na busca de soluções. Cabe ao comandante demonstrar sua astúcia e saber resolvê-los, apontar defeitos ou encargos a outrem de nada resolve, apenas agita a população e demonstra sua incompetência. De igual forma acontece na atividade privada e em circunstâncias bem mais difíceis, o empresário tem que encontrar a solução pra seus entraves.

O bom cabrito não berra, diz o dito popular, precisamos de pessoas competentes em todos os setores para que se dê um bom destino a todas as atividades. Os nossos governantes têm que conscientizar-se de que frear as importações gera emprego, acelera e economia, traz renda ao País. Incentivar indústria nacional é o caminho.

Lembrar Getúlio Vargas e Brizola, nacionalistas por excelência é o momento, tomar partido das ideias igualmente, assim agindo haveremos de fazer uma Nação MUITO FELIZ.
Enviado por:
Edejaime Cioatto, empresário e ex-prefeito de São Marcos
14 de novembro - 16:52
VIDA VALORIZADA

O Dia de Finados foi um ponto de encontro de inúmeras pessoas que visitaram o Cemitério Público Municipal. Lá estavam pessoas que há muito tempo não se viam, foram matar a saudade e reverenciar os seus entes queridos. O que se lamenta muitas vezes é que enquanto estavam vivos não eram valorizados e amados o tanto que mereciam, nossos antepassados.

Valoriza-se a vida somente depois que se a perde.

A vida é um dom de DEUS. Quando DEUS criou o homem e a mulher a sua imagem e semelhança, diz a Bíblia Sagrada, soprou sobre eles e emprestou-lhe a vida. Portanto, ela não nos pertence e a qualquer momento pode ser solicitada. Devemos sim é fazer uso deste empréstimo de DEUS da melhor maneira possível, principalmente fornecendo amor e distribuindo caridade, sendo e fazendo os outros felizes.

Uns lutam pela sobrevivência, contra doenças e males, outros fazem aquilo que no momento de mal-estar, de desconforto, sem uso da melhor razão tiram a própria vida. Viver é ainda a melhor das soluções por mais difícil que seja nossa existência, basta ter fé e perseverança.

Passar por este mundo e deixar boas obras é o legado de todo ser humano, lastimamos quando isto não ocorre. Ser lembrado pelo bem que fez é uma dádiva.

Esta reflexão tocará, seguramente, o fundo do coração de muitos que procurarão sempre desejar e fazer os outros MUITO FELIZES!
Enviado por:
Edejaime Cioatto, empresário e ex-prefeito de São Marcos
11 de novembro - 19:03
Lendo a reportagem do Jornal L'Attualita sobre a "confusão" que o seu Eder Zanella causou com o festival da La Dance Escola de Dança, fiquei indignada com a colocação do Senhor Áureo Bertelli de que teriam conversado com a Fabrícia sobre a troca de data para o dia 29.11 e que ela disse "tudo bem que não tinha problema". Na verdade ela não tinha era escolha, senhor Áureo, porque devido à falta de responsabilidade e seriedade de vocês as alunas não teriam como realizar os ensaios para a apresentação no dia 13 de dezembro. Pense são mais de 130 alunas que treinam num espaço pequeno durante o ano e precisa toda uma organização de palco, os 15 dias antes para ensaio são importantíssimos para elas. Mas é mais fácil dizer que a culpa é dos outros e não das pessoas realmente responsáveis.

A Fabrícia paga sim pelo espaço utilizado que muitas vezes é entregue sujo, tendo ela e a mãe de limpar, eu mesma já vi a mãe dela limpando banheiro e, no ano passado, limpando todo o salão porque o pessoal usou numa sexta à noite para fazer um evento e no sábado tinha ensaio com crianças. Como dançar em meio a latas de cerveja e refrigerante? Logo pela manhã lá estavam elas varrendo, limpando e lavando o Alexandre Zaniol e ninguém me contou, eu vi.

Só para conhecimento de vocês, não são só pessoas de São Marcos que vêm assistir ao Festival, vem pessoas de Caxias, Farroupilha, Nova Prata, Canoas, Porto Alegre. Uma pena não ter o apoio merecido. Me solidarizo com a Suzana, mãe da Nayran, sei que ela é uma jovem que dança MUITO, espero que ela reveja a decisão da menina de não dançar mais, pois é uma coisa que ela adora e ao vê-la dançar percebemos que faz com amor, seria uma pena, por falta de responsabilidade do senhor Eder Zanella, a menina perder algo que ela adora, que são as aulas de dança.
Enviado por:
Cristiana Bernardi Uliâna, contadora, dançarina e mãe de dançarina do Festival La Dance
10 de novembro - 12:52
O que importa?

O que importa para qualquer pessoa?
Sua segurança, sua saúde, seu emprego. A saúde dos seus filhos, sua moradia confortável, a proteção aos seus bens. Ninguém deseja passar por dificuldades, fome, doença. Ninguém quer ser agredido, ofendido, ninguém quer ser vítima de preconceito. Todos queremos ter nossas opções e ideias com liberdade e tranqulidade.
Queremos andar em ruas limpas, sem medo de assalto. Queremos estradas seguras e não esburacadas. Queremos postos de saúde eficientes, hospitais bons, escolas que realmente ensinem, policiais e bombeiros treinados, profissionais de outras áreas bem pagos, preparados e motivados e em quantidade adequada para o serviço.
Isto é eficiência. E pode vir de qualquer administador publico, presidente, governador ou prefeito, não importa de qual partido, de esquerda ou de direita, gremista ou colorado. Porque ideologia é uma coisa, e serviço é outro.
Indiferente a partidos, todos deveriam procurar ser eficientes no que fazem.
Pena que nossos debates políticos sejam feitos em cima de acusações e brigas, e tão pouco em ações...
Enviado por:
Gilberto Moschetta, médico cardiologista
27 de outubro - 07:52
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