Documento Nacional de Identificação   06/02/2018 | 18h37     Atualizado em 07/02/2018 | 09h11

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Governo federal lança projeto-piloto de Documento Nacional de Identificação digital

Nesta segunda-feira (5), o governo federal lançou projeto do Documento Nacional de Identificação, que reunirá CPF, título de eleitor e Certidão de Nascimento digitalmente. Previsão é que documento esteja disponível à população em julho deste ano

Documento Nacional de Identificação está em fase de testes e promete facilitar a identificação e baratear custos
Documento Nacional de Identificação está em fase de testes e promete facilitar a identificação e baratear custos

Nesta segunda-feira, 5 de janeiro, o governo federal lançou projeto-piloto do Documento Nacional de Identificação (DNI). Com o objetivo de facilitar a identificação, o DNI é um documento único, digital e biométrico que reúne dados como a Certidão de Nascimento, CPF e título de eleitor e, para isso, utiliza o banco de dados e biometria do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), do governo federal e também do Poder Judiciário.

 

O documento reúne três registros civis, mas a ideia é que, conforme sejam firmadas parcerias para o compartilhamento de dados, outros documentos de identificação possam ser incluídos, como, por exemplo, o cartão SUS e a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Além de facilitar a identificação, o documento irá baratear os gastos com a emissão de novos documentos, pois cada DNI custa apenas R$ 0,10.

Fase de testes está disponível apenas para servidores do TSE e do Ministério do Planejamento

Durante a fase teste, o documento será testado por cerca de 2 mil servidores dos TSE e do Ministério do Planejamento. Após aprovação, o DNI deve chegar para todos os brasileiros a partir de julho de 2018. Entretanto apenas os cidadãos que já tenham feito o cadastro da biometria poderão fazer uso do aplicativo DNI. Os brasileiros poderão baixá-lo, fornecer os dados solicitados e fazer um pré-cadastro no sistema. O aplicativo vai indicar quais os pontos de atendimentos mais próximos onde o cidadão deverá validar a sua biometria e os dados cadastrais. O Jornal L’Attualità entrou em contato com o Cartório Eleitoral de São Marcos que afirmou que nenhuma informação oficial foi repassada por enquanto.

 

Para evitar fraudes, o aplicativo terá códigos QR Code e marcas d’água que mudam a cada acesso e poderá ser cadastrado em um aparelho por vez apenas.  Caso o celular seja roubado ou perdido, o aplicativo só poderá ser acessado através de uma senha escolhida pelo usuário na hora do cadastro dos dados.